sexta-feira, abril 11, 2008

Será normal?

Carvalho-alvarinho (Quercus robur L.) - Aldeias (Gouveia)


Sequóia-gigante [Sequoiadendron giganteum (Lindl.) Buchh.] - Sabugal




Castanheiro (Castanea sativa Mill.), Malcata


No início do Outono passado, já lá vai meio ano, enviei para a Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF) o pedido de classificação de 3 árvores monumentais: o carvalho-alvarinho de Aldeias (Gouveia), da sequóia-gigante do Sabugal e de um castanheiro na aldeia da Malcata (Sabugal).

Até hoje o mais completo dos silêncios...O que estranho, sobretudo porque quando solicitei a classificação da desaparecida tília do Bairro do Rodrigo na Covilhã, a resposta (negativa) não demorou mais do que um mês e meio a chegar à minha caixa de correio.

Cansado de esperar, escrevi há uma semana atrás um e-mail à DGRF solicitando um esclarecimento sobre este caso. Continuo à espera... Talvez seja normal!

3 comentários:

Rui Peixeiro disse...

Esperemos que essa demora seja positiva, pelo menos a resposta negativa veio mais depressa.

Estas árvores são magnificas. Ainda há dias passei por esse sequóia e merece mesmo esse estatuto!

Um abraço e bom fim de semana.

Ferroada disse...

Caro Pedro

Se pedirmos a uma instituição estatal que venha apagar o cigarro de alguém, vêm a correr com o recibo de coima (alguém tem que pagar). Mas se disser a alguém (com responsabilidades ambientais e poder de decisão e de fiscalização) que despejaram milhares de metros cúbicos de resíduos perigosos em "zona de Reserva Ecológica Nacional" vai ficar á espera como está a acontecer eles “olham para o lado e assobiam”.
Um abraço e bom fim-de-semana.
Carlos Rebola

Pedro Nuno Teixeira Santos disse...

Sim, apesar de tudo, tenho uma certa esperança em que a "demora" queira significar que os processos continuam em fase de análise. Não há razão para estas árvores não serem classificadas.

No entanto, esta lentidão no "retorno" por parte da DGRF, faz as pessoas descrer nas vantagens de recorrer aos seus serviços. Mas, para ser justo, também tenho motivos para elogiar a DGRF, nomeadamente os seus serviços no Algarve, que tiveram a gentileza de me emprestar a mim e ao Miguel Rodrigues, o aparelho com o qual temos medido a altura de muitas árvores.