sexta-feira, março 06, 2009

O cedro de Aldeia do Bispo

Cedro (Cedrus sp.) - Aldeia do Bispo (Sabugal), fotografia de Nelson Lima

Uma árvore magnífica, apesar de aparentar ter a flecha danificada, para descobrir numa nova incursão nos tesouros naturais do concelho do Sabugal.

4 comentários:

miguel disse...

A minha mãe que teve uma casa de férias nessa aldeia, amava profundamente essa árvore. Ainda me lembro da magnífica sombra que faz sobre a escola primária.

Pedro Nuno Teixeira Santos disse...

Olá Miguel,

É bom conhecer essas histórias de amor às árvores...É bom saber desse amor profundo, num país que tanto despreza o valor da árvore.

A zona do Sabugal encerra um património arbóreo muito importante (a sequóia do Sabugal, o castanheiro de Jastais ou o da aldeia da Malcata, entre muitas outras).

Obrigado pela partilha dessa história.

Uma Escola na Amora disse...

Todos os anos passo férias nessa que é a terra dos meus pais e restante família. A árvore é muito acarinhada por todos, principalmente por aqueles que acompanharam o seu crescimento e testemunharam o momento em que foi plantada.
Chamam-lhe o "pinho da escola", o "cedro" a "árvore da escola".
A rapaziada brincou muito por ali. A escola já está desactivada, mas continua a constituir um espaço de protecção para a árvore.
De há alguns anos para cá, tenho levado a pequenada e alguns adolescentes a conhecer o nosso património arbóreo local, na medida do possível. O ponto de encontro é, precisamente, o "abeto" da escola. Não sei qual a classificação mais correcta, mas é para todos "a árvores da escola".
Temos uma associação, a Raiar, que todos os anos organiza O Dia do Ambiente em Aldeia do Bispo. Eu tenho tido, com todo o gosto, a meu cargo a criação de algumas actividades de educação ambiental para os mais jovens. Já abraçámos a árvore de que aqui falamos, plantámos carvalhos na serra, falámos de primeiros socorros no campo e fizemos jogos à sombra desta presença protectora e amiga. Que bom vê-la aqui homenageada! :)Obrigada!

Maria Luís

Pedro Nuno Teixeira Santos disse...

Olá Maria Luís,

Não tem que agradecer... :)

O meu pobre texto não é nada comparado com aquilo que descreve ter sido feito, pela associação local, em redor e pela árvore em causa.

Cumprimentos.