sábado, abril 28, 2007

O estado da nação

Faço hoje mais uma actualização fotográfica do meu infantário de árvores...entretanto, descobri mais quem partilhe do mesmo gosto em ver nascer árvores e da mesma angústia em vê-las partir...


Carvalho-alvarinho (Quercus robur L.)


Freixos (Fraxinus angustifolia Vahl)



Pinheiros-mansos (Pinus pinea L.)


Sobreiros (Quercus suber L.)



Azevinho (Ilex aquifolium L.)

3 comentários:

Cristina disse...

Lindas Pedro, que brisa gostosa no coração saber que tem gente que sente isso também. Esse mundo tem jeito!

Sabe esse pé de azevinho? Tem uma planta arbustiva aqui que é igualzinha ele, chama Espinheira Santa, usamos para gastrite, úlcera. A maior que eu vi tinha uns 3 metros de altura.

Vou de copiar, e fazer uns posts fotografando as árvores grandes daqui da cidade, você vai gostar, tem umas enormes aqui, valem a fotografia. Quanto às nossas "pequenas", a gente desfruta enquanto dá, e depois se despede, é lindo enquanto dura, o sentimento fica, fizemos parte daquilo. Fizemos parte...

Pedro n. t. santos disse...

O azevinho é uma espécie rara em Portugal, estando mesmo ameaçada de extinção, motivo pelo qual é protegida por lei.

Ela entrou em extinção devido à destruição dos carvalhais, à sombra dos quais gosta de crescer e porque começou a ser cortada (sobretudo os exemplares femininos que dão as bagas vermelhas) para ser usada como planta ornamental nas casas, durante a época de Natal.

Alguns botânicos consideram que o azevinho possa ser uma planta que pertencia à antiga flora subtropical que existia por cá antes da última glaciação e que entretanto se adaptou às novas condições, nomeadamente às do chamado clima atlântico que é predominante do noroeste de Portugal (com Invernos não excessivamente rigorosos, Verões suaves e humidade constante ao longo de todo o ano).

Cristina disse...

Olha aí mais uma coincidência, as sementes da espinheira santa também dão numa capa vermelha.